Superinformado Notícias
Facebook
Twitter
Instagram

Agricultores familiares apostam na produção de morangos semi-hidropônicos

Em sua propriedade no Guabiroba, a agricultora Marisa Ferreira agora divide espaço entre o cultivo de morangos com as hortas e verduras


quarta-feira, 02/março/2016
Agricultores familiares apostam na produção de morangos semi-hidropônicos

Por meio do Programa Vida Rural, da Secretaria de Agricultura, muitos projetos estão sendo desenvolvidos pela atual administração para a melhoria da qualidade de vida no campo, principalmente no incentivo à agricultura familiar. Um deles é o projeto de fruticultura que incentiva e orienta a respeito do cultivo para a produção de morangos semi-hidropônicos. Neste modelo de plantação, os frutos são plantados em estufas, onde o sistema é diferente do convencional. “Quem investe nesse tipo de produção, terá a certeza de um fruto mais limpo e de qualidade”, comenta o técnico da Secretaria de Agricultura, José Aurizonas Rocha.

Em sua propriedade no Guabiroba, a agricultora Marisa Ferreira agora divide espaço entre o cultivo de morangos com as hortas e verduras. Em nove meses de trabalho, ela já comemora os resultados positivos. “Com o incentivo da Secretaria de Agricultura, comecei do zero com a produção do morango. Por mais que sentisse um pouco de medo no início, todo investimento está sendo recompensado, pois a demanda é bem grande”, destaca a agricultora, que pretende ampliar a produção. “Além dos materiais para a estufa, investimos em 9 mil mudas de morango chileno. Ainda estamos no começo, a ideia é ampliar o cultivo”, comemora Marisa, que vende toda a produção no comércio local.

De acordo com o Secretário de Agricultura, Itacir Vezzaro, as vantagens do processo semi-hidropônico são inúmeras, entre elas a contribuição para a diversificação nas pequenas propriedades. “Esse processo é diferente da produção convencional que acontece diretamente no solo. Ainda, a plantação do morango semi-hidropônico ocupa um espaço pequeno, podendo produzir em grande quantidade. São oito plantas por metro quadrado. Esse sistema de produção pode ser utilizado por três anos. Nesse período não precisa fazer a rotação, como acontece no chão, por causa das doenças”, conclui Itacir, destacando que a Secretaria de Agricultura auxilia os produtores que desejam também participar de projetos como este.


Compartilhar
Compartilhe no Facebook
Compartilhe no Twitter
Compartilhe no Google Plus

Leia Também
Evento de agronegócio inova com ações interativas e surpreende mais de 4.500 pessoas

Radar meteorológico japonês é instalado no Paraná

Fazenda paranaense é eleita a mais sustentável do Brasil

Plantio de mudas no Paço Municipal integra projeto acadêmico


UEPG publica edital de programa de residência técnica ambiental

UEPG publica edital de programa de residência técnica ambiental


Megaoperação embarca mais de 27 mil bois em navio no Porto de Santos

Megaoperação embarca mais de 27 mil bois em navio no Porto de Santos


Operação Deriva 2 apreende aeronaves agrícolas em Londrina

Operação Deriva 2 apreende aeronaves agrícolas em Londrina


Rússia anuncia restrições temporárias à carne suína e bovina do Brasil

Rússia anuncia restrições temporárias à carne suína e bovina do Brasil