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Greve dos Correios atinge 20 estados e o DF, diz federação dos trabalhadores

Paralisação é parcial, com redução de funcionários nas agências; veja a situação nos estados atingidos.


quarta-feira, 20/setembro/2017
Greve dos Correios atinge 20 estados e o DF, diz federação dos trabalhadores

greve dos Correios começou às 22h de terça-feira (19) e atinge 20 estados e o Distrito Federal, segundo a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect).

A paralisação envolve os trabalhadores dos sindicatos de Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Brasília (DF), Campinas (SP), Ceará, Espírito Santo, Goiás, Juiz de Fora (MG), Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Ribeirão Preto (SP), Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Maria (RS), Santos (SP), São José do Rio Preto (SP), Sergipe, Santa Catarina, Uberaba (MG) e Vale do Paraíba (SP).

Segundo a Fentect, a paralisação é parcial, com redução de funcionários nas agências.

Dos 31 sindicatos ligados à Fentect, somente três ainda não realizaram assembleia: Acre, Rondônia e Roraima.

As agências franqueadas não estão participando da greve. Atualmente, são mais de 6.500 agências próprias dos Correios pelo país, além de 1 mil franqueadas.

Segundo a federação, foram mais de 50 dias de negociação, sem sucesso. Entre os motivos da greve estão o fechamento de agências por todo o país, pressão para adesão ao plano de demissão voluntária, ameaça de demissão motivada com alegação da crise, ameaça de privatização, corte de investimentos em todo o país, falta de concurso público, redução no número de funcionários, além de mudanças no plano de saúde e suspensão das férias para todos os trabalhadores, exceto para aqueles que já estão com férias vencidas.

Os Correios informaram que ainda estão apurando as informações e, assim que o levantamento for concluído, será enviada uma resposta oficial sobre a paralisação.

Veja a paralisação nos estados:

Alagoas

Em Alagoas, o sindicato avalia que os serviços de entrega vão ficar comprometidos. A greve, deflagrada por tempo indeterminado, é por aumento salarial e pagamento de data-base.

Bahia

Na Bahia, os funcionários da empresa reivindicam reajuste salarial e melhorias em benefícios, e dizem que desde julho não conseguem entrar em acordo com os patrões.

Paraíba

Na Paraíba, de acordo com o diretor do Sintect-PB, Emanuel de Sousa, durante o período de greve, os serviços de postagem e entrega de correspondências e encomendas vão ficar suspensos. As agências vão funcionar em atividade interna, sem atendimento ao público.

Pernambuco

Em Pernambuco, as entregas de correspondências ficam comprometidas durante o período de suspensão das atividades, segundo o Sintect-PE.

Santa Catarina

Em Santa Catarina, segundo Giovani Zoboli, secretário-geral do Sintect-SC, cerca de mil funcionários estão paralisados em todo o estado. “Cerca de 70% da parte de triagem de cartas e encomendas aderiram à greve. Os administrativos não”, disse.

g1
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