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Polícia investiga como homicídio culposo queda de paraquedistas


segunda-feira, 07/dezembro/2015
Polícia investiga como homicídio culposo queda de paraquedistas

A polícia vai investigar as mortes de dois homens que caíram de paraquedas no final da tarde de domingo (6), em Vera Cruz (SP) como homicídio culposo, quando não há intenção de matar. O instrutor e um comerciante, que saltava pela primeira vez, morreram na queda. Uma das provas recolhidas pela polícia é a câmera usada pelo instrutor. As vítimas foram enterradas na tarde desta segunda-feira (7).

 

A polícia recolheu a câmera que estava no capacete do Valderson Petelinkar, mas as imagens não foram divulgadas. Ela teria gravado todos os momentos, desde o salto até a queda, e isso pode ajudar a polícia a esclarecer o acidente.

 

De acordo com o delegado, a partir de agora, o trabalho da perícia será fundamental para determinar o que aconteceu com o paraquedas logo depois do salto.

 

“Segundo as informações colhidas no local, com outros paraquedistas, representantes da confederação de paraquedismo, o instrutor já era uma pessoa experiente, e aparentemente ele tentou acionar o paraquedas principal, que por algum motivo ele não abriu corretamente. Aparentemente ele também tentou abrir o paraquedas reserva, que acabou também não sendo acionado da forma devida, e que ocasionou a morte das pessoas”, explica o delegado Alessandro Kobayashi.

Entenda o caso
O instrutor Valderson Petelinkar, de 36 anos, e o comerciante Marcelo dos Santos, de 24 anos, fizeram um salto duplo em evento de paraquedismo, que era realizado em Vera Cruz, no domingo (6). No final do dia, a dupla fez um dos últimos saltos, e segundo a polícia, o paraquedas chegou a abrir, mas alguma coisa aconteceu que o equipamento falhou.

A dupla caiu em um pasto, que fica num conjunto de chácaras, a três quilômetros do aeroporto. O paraquedas foi recolhido pela perícia e deverá ser analisado nos próximos dias. O delegado Alessandro Kobayashi aguardo o laudo para concluir as investigações. “Foi realizado exame e vamos aguardar o laudo, ouvir algumas testemunhas, pedir algumas informações para a confederação de paraquedismo e outros órgãos, para verificar o que realmente aconteceu, se foi alguma falha do equipamento ou se o instrutor teria passado mal pra saber exatamente como aconteceu o acidente.”

 

 

g1


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