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Vestibular da UFPR teve predominância paranaense e avanço do sistema de cotas

77% dos aprovados nasceram no Paraná. Número de vagas preenchidas por cotas aumentou 20%


sábado, 09/janeiro/2016
Vestibular da UFPR teve predominância paranaense e avanço do sistema de cotas

Divulgado nesta sexta-feira (8), o resultado do vestibular 2015/2016 da Universidade Federal do Paraná (UFPR) consolidou a predominância dos candidatos paranaenses. Dos 4.856 aprovados, 3.731 nasceram no Paraná – 77% do total. O número de estudantes admitidos que residem no estado foi ainda maior: 3.965 candidatos (82%). O concurso foi marcado ainda pelo avanço do sistema de cotas. A festa de divulgação contou com o tradicional “banho de lama” dos calouros recém-aprovados.

“Isso [o número de paranaenses admitidos] reforça a nossa vocação de atender os jovens do Paraná”, definiu o reitor da UFPR, Zaki Akel Sobrinho, que homologou o resultado do vestibular.

Quase a metade dos aprovados – 2.377 estudantes – concorreu por meio do sistema de cotas, que vem se ampliando ano a ano. O aumento de cotistas entre os aprovados foi de 24% em relação à edição 2014/2015, quando 1.914 vagas foram preenchidas desta forma. Além disso, este foi o primeiro em que o sistema de cotas foi adotado desde a primeira fase do vestibular.

Todos os cotistas cursaram integralmente o ensino médio em escolas públicas. Destes, 291 são candidatos que se declararam negros, pardos ou indígenas. Além de terem frequentado a rede pública, 1.045 estudantes tinham renda familiar per capita inferior a 1,5 salário mínimo. Destes, 242 são negros, pardos ou índios. “Esse sistema se trata de uma política pública corajosa”, disse o reitor da universidade.

Definido por lei federal, o sistema de cotas está longe de ser unanimidade. O coordenador do núcleo de concursos da UFPR, professor Mauro Belli, reconheceu que o modelo recebeu uma série de críticas, sobretudo pelo fato de cotistas conseguirem uma vaga com nota muito mais baixa do que candidatos da ampla concorrência – por outro lado muitos enfrentaram uma concorrência maior por vaga. Apesar disso, ele avalia que o mecanismo tem garantido inclusão social, que é um dos papeis da universidade pública.

Gazeta do Povo


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