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Curitiba fica sem ônibus e coleta de lixo em Dia Nacional de Paralisação

Funcionários de diversas categorias cruzaram os braços nesta quarta (15).


quarta-feira, 15/março/2017
Curitiba fica sem ônibus e coleta de lixo em Dia Nacional de Paralisação

Os ônibus do transporte público não circulam, a coleta de lixo está parada, há escolas sem aulas e bancos fechados nesta quarta-feira (15) por conta da adesão dos trabalhadores de Curitiba ao Dia Nacional de Paralisação.

A mobilização é um protesto contra as reformas trabalhista e da Previdência, propostas pelo governo federal, e reúne trabalhadores de várias categorias. Veja abaixo o que parou e o que continua funcionando na capital nesta quarta-feira.

Um decisão liminar da Justiça determina que 50% da frota circule nos horários de pico (das 5h às 9h e das 17h às 20h) e 40% nos outros períodos. Porém, até a última atualização desta reportagem, a ordem não estava sendo cumprida pelos funcionários. A multa diária para o descumprimento é a de R$ 50 mil.

Desde as 6h, a Urbanização de Curitiba S/A (Urbs), autarquia responsável pela gestão do transporte coletivo na cidade, está cadastrando veículos particulares para o transporte de passageiros. Os carros cadastrados podem fazer o transporte alternativo cobrando, no máximo, R$ 6 por pessoa.

Ainda em Curitiba, nesta manhã, o Hospital Pequeno Príncipe, referência em atendimento infantil, precisou organizar um esquema com vans e kombis para trazer os funcionários que moram em bairros ou em cidades da região. A instituição também incentivou a carona solidária entre os funcionários. A intenção é não prejudicar o atendimento no hospital.

A falta de ônibus também prejudica o atendimento na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) da Fazendinha, por exemplo. Funcionários não foram trabalhar por conta da interrupção no serviço de transporte público.

O Sindicato das Empresas de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana (Setransp) se manifestou e disse “que condena, nos mais duros termos, a atitude abusiva do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc) de parar 100% do sistema de transporte, em flagrante descumprimento de ordem judicial que determina frota mínima de 50% nos horários de pico e de 40% nos demais horários”.

Disse, ainda, que “O Sindimoc viola a Lei de Greve, causando dano à propriedade, ao furar os pneus dos veículos para impedir a saída da frota. Pior, o abuso do Sindimoc vai afetar sobremaneira o comércio da cidade, já em dificuldades pelo momento econômico vivido pelo país, e, mais grave, prejudicar o dia a dia de milhares de pessoas”.

G1


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