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Menino monta cubo mágico de olhos vendados e com os pés no PR

Chan Hong Lik tem oito anos e soluciona o quebra-cabeça em segundos.


segunda-feira, 04/julho/2016
Menino monta cubo mágico de olhos vendados e com os pés no PR

Aos oito anos, Chan Hong Lik impressiona ao solucionar cubos mágicos. Na última semana, um de seus vídeos, resolvendo o quebra-cabeça sem enxergar, viralizou no Facebook. O G1 trouxe o menino, que mora em Curitiba, até a redação. E ele mostrou que, além de montar o quebra-cabeça em poucos segundos e vendado, também consegue fazê-lo com os pés.

Surpreendentes, todos os vídeos de Chan no Youtube têm milhares de visualizações. Um deles, em que aparece solucionando um cubo mágico em 8,76 segundos, tem quase 600 mil acessos.

São imagens já compartilhadas por pessoas do mundo inteiro. O talento também já levou o menino a participar de vários programas da televisão brasileira.

O pai, o empresário Chan Yik Ho, de 42 anos, relata que o filho começou a praticar aos três anos de idade, ensinado por ele. “Meu filho sempre me via montando em casa e demonstrou interesse. Foram três meses até que conseguisse resolver um sozinho”, explica o pai, que passou a se dedicar à atividade já adulto, influenciado pelo ambiente de trabalho.

De lá para cá, nos últimos cinco anos, o pequeno Chan treinou muito, aprendeu novos jeitos de montar o cubo mágico – vendado e com os pés – e participou de várias competições em diferentes lugares do país. Hoje, além de medalhas, ele coleciona recordes e admiradores.

O menino é o mais novo do mundo a resolver o quebra-cabeça com os pés e também a solucioná-lo de olhos vendados. Além disso, entre adultos e crianças, Chan está entre os 40 mais rápidos do mundo; no Brasil, fica no top 10.

O pai de Chan revela que tirou da internet todas as técnicas que passou para o filho. “O resto é muito treino e disciplina. Por dia, ele monta um cubo mágico cerca de 50 vezes para treinar. Com os pés, treina de cinco a seis vezes; já vendado, de quatro a três vezes”, conta.

O pai explica ainda que a meta, agora, é se superar, competir com o tempo. “O Chan leva, hoje, em média, 9,8 segundos para montar um cubo mágico com as mãos. Com dedicação, pode diminuir o tempo e bater outro brasileiro, que faz em 8,1 segundos. Baixar um segundo parece pouco, mas dá muito trabalho”, afirma.

Já para resolver o quebra-cabeça usando os pés, Chan precisa de 42 segundos, em média. E vendado, de 2 minutos e 21 segundos. “Com os olhos fechados demora mais um pouco porque, antes de começar, ele precisa olhar bastante o cubo mágico e memorizar”, explica.

Para resolver de olhos fechados, por exemplo, o menino converte cada cor em letra antes. Depois, memoriza todas e, em seguida, as transforma em palavras. Por fim, forma frases na cabeça e consegue ter uma memória mais concreta, com imagens mais fáceis de se lembrar depois. Por fim, coloca a venda e começa a montar. “Não é assim tão difícil”, garante ele.

Paixão de família
Em casa, a irmã mais nova, Yani Hong Yan Chan, de cinco anos, também segue os passos de Chan – ou melhor, os movimentos manuais. “Por crescer observando o irmão, aprendeu mais rápido e começou a montar aos dois anos. Os dois gostam de competir entre si. Ela foi considerada a pessoa mais jovem a solucionar cubos mágicos”, relata o pai orgulhoso.

Ainda conforme o empresário, a mulher e mãe das crianças também é fã do quebra-cabeça.

Os pais de Chan e de Yani não são brasileiros. Ele veio da China e ela, da Malásia. O casal mora no Brasil, onde os dois filhos nasceram, há mais de uma década e meia.

Em Curitiba, Chan, que adora videogame e futebol, diz levar uma vida normal. Ele está na quarta série do ensino fundamental, tira boas notas na escola e, sempre que pode, adora impressionar professores e colegas com o cubo mágico.

“Eu gosto muito de matemática e quero ser várias coisas quando crescer: cientista, médico, geógrafo…”, diz o menino. O pai de Chan ri e acredita que muito do que o filho aprende resolvendo cubos mágicos pode ser aplicado em outros aspectos de sua vida, tanto no presente, como no futuro.

“Ele vê, desde cedo, que consegue conquistar o que quer com muito esforço. Nota os próprios resultados. Aprende também a lidar com a vitória e a derrota. E isso é muito importante”, acredita.

Fonte: G1


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