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Natália Germano não morreu em jogo de roleta-russa, garante mãe


terça-feira, 10/março/2015
Natália Germano não morreu em jogo de roleta-russa, garante mãe

A mãe de Natália Germano, de 19 anos, encontrada morta em Maringá, no norte do Paraná, afirma ter certeza de que a filha não morreu em uma brincadeira de roleta-russa, como as testemunhas disseram à Polícia Civil em depoimentos.
Maria José Germano relata que uma mulher desconhecida, “muito drogada”, foi à casa dela um dia antes do crime para ameaçar a jovem. Natália “ouviu algo que não podia ter ouvido” da anônima, segundo a mãe.
“Não acredito nessa história da roleta-russa. É mentira de quem fez isso. Um dia antes, uma mulher muito estranha, que eu não conheço, apareceu em casa para conversar com a Natália. Ela já chegou entrando, muito dopada, e gritou um monte. Acho que a Natália ouviu algo que não podia ter ouvido e, por isso, foi morta”, diz.
Maria José garante que só conhecia uma pessoa entre as que aparecem em uma fotografia que a polícia afirma ter sido tirada minutos antes do crime: a adolescente de 16 anos, uma das testemunhas que citaram a roleta-russa à polícia, com quem Natália estava proibida de conversar, conforme ordem da mãe.

Natália não tinha depressão, como consta no inquérito policial, de acordo com a mãe. A jovem apenas relatou, no dia anterior ao crime, que estava triste porque o namorado havia viajado e porque não conseguia emprego há dois meses, diz Maria José. A mãe diz acreditar que a morte foi ordem de traficantes.
“Ela [a adolescente] tinha um comportamento muito estranho. Mudou-se para uma casa vizinha há pouco tempo e não dizia nada sobre o motivo. Ela marcava encontro com qualquer pessoa, se oferecia para homens. Um dia, encontrei fotos dela mostrando os seios e pedi para a Natália parar de andar com ela. Entre as pessoas envolvidas na morte da minha filha, é a única que eu conhecia”.
A mãe conta que, na noite de quinta-feira (5), quando notou o sumiço da filha, foi atrás da adolescente para saber se ela sabia de algo. A menina lavava roupa, tranquilamente, e garantiu que não sabia de Natália. Ela e o namorado (o principal suspeito de ter feito o disparo que matou a jovem, conforme a polícia), até se ofereceram para ajudar nas buscas, lembra Maria.

“Ela nunca saiu com esses rapazes [os suspeitos de envolvimento na morte dela], nem os conhecia. Procurou a C.M [a adolescente] só porque o namorado tinha viajado, estava se sentindo muito sozinha. Quando descobri que minha filha tinha ido para lá [na casa em que o crime ocorreu], já desesperei”.
Um dia após o crime, a menor envolvida fugiu para São João do Ivaí, onde moram os pais dela. Ela ficou desaparecida até a manhã desta terça-feira (10), quando foi à polícia prestar depoimento.
Polícia busca suspeitos
O delegado de Homícidios da Polícia Civil de Maringá, Diego Almeida, afirma que os investigadores ainda trabalham na identificação de dois suspeitos. Outros três foram presos no sábado (7), quando o corpo foi encontrado em um matagal no final da Avenida Kagogawa, na zona norte de Maringá. A adolescente de 16 anos prestou depoimento e foi liberada.
A hipótese da roleta-russa ainda é considerada, segundo o delegado. O inquérito, porém, ainda não foi concluído.

g1


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