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Polícia volta a prender médico indiciado pela morte da fisiculturista Renata Muggiati

O inquérito policial foi encerrado no mês passado e concluiu que Renata foi morta pelo namorado


sexta-feira, 15/janeiro/2016
Polícia volta a prender médico indiciado pela morte da fisiculturista Renata Muggiati

O médico Raphael Suss Marques foi preso na manhã desta sexta-feira (15) em casa por policiais da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Ele foi indiciado pela morte da namorada, a fisiculturista Renata Muggiati, ocorrida no dia 12 setembro de 2015. Além da prisão, que é preventiva (ou seja, não tem data para expirar), os policiais cumpriram mandado de busca e apreensão na residência e na clínica do médico.

O inquérito policial foi encerrado no mês passado e concluiu que Renata foi morta pelo namorado e depois jogada do 31.º andar do prédio que o casal morava, no Centro de Curitiba. O médico foi indiciado pelo crime de homicídio qualificado – em caso de condenação a pena pode chegar a 30 anos.

Suss chegou por volta das 9h30 ao Instituto Médico Legal (IML), acompanhado por um policial, e entrou para fazer o exame de corpo delito sem falar com a imprensa. Cerca de dez minutos depois, ele deixou o local. Ele ficará preso no Complexo Médico Penal do Paraná (CMP), em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

Uma entrevista coletiva na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) será concedida ainda pela manhã para fornecer mais detalhes.

O caso

Renata morreu no dia 12 de setembro do ano passado. Ela caiu da janela do apartamento onde morava no Centro de Curitiba. Na época, segundo a Polícia Civil, havia relatos que o relacionamento dos dois era conturbado. Suss chegou a ser preso por determinação da 1ª Vara do Tribunal do Júri após um exame complementar apontar alguns indícios de asfixia, como petéqueas no pulmão. O problema é que o laudo do exame de necropsia, feito pelo Instituto Médico Legal (IML), excluiu a possibilidade de homicídio ao afirmar que não houve asfixia. Em seguida, Suss foi solto pela Justiça.

O caso teve uma reviravolta em novembro, quando o exame de exumação, realizado a pedido da polícia por uma junta de profissionais do instituto, contrariou a necropsia, colocando dúvida sobre o primeiro exame feito por um médico-legista IML. O instituto chegou a abrir uma apuração para investigar a conduta do médico que conduziu o primeiro exame de necropsia.

Em dezembro, a investigação feita pela Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa da Polícia Civil sobre a foi entregue ao Ministério Público do Paraná (MP). A polícia manteve a acusação de homicídio qualificado contra o médico Raphael Suss, que era namorado de Renata.

A defesa do médico, feita pelo advogado Edson Vieira Abdada, sempre alegou que o médico é inocente.

Gazeta do Povo

 


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