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Artagão Presidente do TCE é suspeito de fraude em licitação


segunda-feira, 30/junho/2014
Artagão Presidente do TCE é suspeito de fraude em licitação

Corre em sigilo a investigação do Superior Tribunal de Justiça contra o presidente do Tribunal de Contas do Paraná, Artagão de Mattos Leão. 

O nome dele aparece em um processo aberto no início deste mês para apurar a possibilidade de crime contra a administração pública destaca o site ( Band News).

Segundo a Band, a  ação já está sob análise do Ministério Público Federal, mas, por enquanto, o STJ não confirma se existe relação com as denúncias de fraude na licitação para a construção do prédio anexo ao TCE. O presidente virou suspeito de envolvimento no caso ou de pelo menos saber da irregularidade durante a investigação do Gaeco, o Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime

Organizado, do Ministério Público do Paraná.

Ele aparece em uma das interceptações telefônicas conversando com um dos suspeitos do suposto esquema que chegou a ser preso no dia 18 de junho. Na semana passada, Leão falou pela primeira vez sobre as denúncias no Plenário do Tribunal, mas defendeu a licitação.

Ainda durante a sessão, o presidente admitiu que foi procurado por donos de empreiteiras para direcionar a concorrência e que as conversas dele podem ter sido gravadas.

Na última sexta-feira (27), o Tribunal de Contas notificou oficialmente a empresa Sial Construções Civis sobre a suspensão do contrato da obra. A decisão foi tomada por causa da prisão do coordenador-geral do órgão, Luiz Bernardo Dias Costa, no dia 18 de junho. Ele foi flagrado quando recebia 200 mil reais em dinheiro na sede da construtora. Para o Gaeco, a quantia seria uma propina para o direcionamento da concorrência. Costa foi solto dois dias depois, mediante fiança. Além dele, também foram detidos temporariamente o dono da empresa, Edmilso Rossi, o filho dele e outros três suspeitos. Eles também já foram soltos. Como tem foro privilegiado, o presidente do TCE só pode ser investigado e processado pelo STJ. A construção do prédio anexo ao Tribunal estava orçado em pouco mais de 36 milhões de reais. Em nota, o TC afirma que nenhuma obra chegou a ser iniciada e que não houve repasse de dinheiro público para a empresa.

Informações ( Site Band News)

 


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