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‘Morreu fazendo o que gostava’, diz mulher do bombeiro civil morto

Incêndio atingiu Museu da Língua Portuguesa na tarde desta segunda-feira.


terça-feira, 22/dezembro/2015
‘Morreu fazendo o que gostava’, diz mulher do bombeiro civil morto

Familiares do bombeiro civil Ronaldo Pereira, de 39 anos, morto durante incêndio no Museu da Língua Portuguesa, no Centro de São Paulo, passaram a madrugada desta terça-feira (22) no IML (Institulo Médico Legal) de Pinheiros, na Zona Oeste, para liberar o corpo.

“Um amor. Era muito carinhoso, muito atencioso. Ele era meu tudo”, disse Rita de Cássia, mulher da vítima. “Pelo que eu fiquei sabemdo, ele irou todo mundo pra fora e ele que ficou”, afirmou. “Eu sei que ele está feliz onde ele está, porque morreu fazendo o que gostava mesmo”, declarou Rita. A vítima morava no bairro da Casa Verde, na Zona Norte, e estava casado há seis anos.

O bombeiro trabalhava no prédio do museu como brigadista há três anos. Quando os bombeiros entraram no prédio, ele já estava caído no chão desacordado. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Ele tentava combater as chamas e teve uma parada cardiorrespiratória.

O corpo de Ronaldo Pereira será velado no Cemitério de Santana, conhecido como Chora Menino, na Zona Norte. O horário não foi divulgado. O enterro será no Cemitério Vila Nova Cachoeirinha, também na Zona Norte.

 

 

G1


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